BEIJA FLOR ANIMADO

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"A Vida é Um Piscar de Olhos Entre as Duas Eternidades."
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sábado, 21 de janeiro de 2012

Conflitos da Mente



   A memória é uma função cerebral onde retem as informações de nossas experiências vividas. Portanto, a memória é a base para a aprendizagem e para a aquisição de novos conhecimentos. Ela é um fenômeno sensorial, energético, celular, biológico e psicológico que envolve vários sistemas e funcionam em conjunto. Tanto a mente quanto o corpo não são apenas um agrupamento de órgãos, músculos e ossos, mas são conjuntos de células e tecidos, regidos principalmente por leis energéticas e neuro psicofisiológicas.

   Mente e corpo são permeáveis às impressões físicas, cognitivas e psicológicas e interagem entre si. A mente agrupa as informações intelectuais e mesmo em suas manifestações mais abstratas, não é separada do corpo, mas sim, nascida dele e moldada por ele.
O corpo, por sua vez, contém a história de uma pessoa de forma que mudanças psíquicas são condicionadas pelas mudanças também nas funções corporais. Isso explica as diferentes posturas corporais e comportamentais apresentados pelas pessoas, onde cada um possui uma forma particular de ser e de agir. Essa é a expressão do caráter.

    O corpo sente, aprende, se disciplina, se condiciona e expressa os conflitos emocionais da mente. Por isso nosso corpo é moldado de acordo com as experiências vividas, principalmente aquelas ocorridas na primeira infância, quando as formas que encontramos para nos defender ainda são precárias. Esses acontecimentos muitas vezes deixam marcas profundas e irreversíveis, causando um distúrbio mental, onde seus fatores reagem de maneira não satisfatória, prejudicando o desenvolvimento intelectual , principalmente da criança.

    Constantemente somos confrontados com dois caminhos: ouvir nosso corpo e deixá-lo falar em seus desejos e expressar suas angústias ou submetê-lo aos estresses físicos e psicológicos diários que a vida nos traz, formando assim as couraças. O corpo não esquece. Tudo o que foi vivido durante a infância, através de sensações, permanece registrado. A somatização é uma forma de comunicação desses registros ancorados no corpo.

   Então necessitamos refletir para obtermos respostas aos fatores comportamentais do ser humano: Que segredos guardam nossas mentes? Que desvios de comportamento podemos ter sem que ninguém perceba? Onde está o limite entre a sanidade e a doença mental ?
Não sei, mas devemos nos preocupar com a modernidade e seus conflitos para decifrarmos os enigmas da mente.   

Eliana 21/01/2012

domingo, 14 de agosto de 2011

A Importância da Família Para a Aprendizagem


É na família que a criança desenvolve a socialização. Toda aprendizagem adquirida durante sua vida em família irá refletir na sua vida escolar e social. A criança não é só aluno, é também filho e cidadão; por isso ela aprende com a família, amigos e sociedade. Baseada neste contexto, é de suma importância que a família participe da vida escolar de seu filho de forma efetiva, e compartilhe responsabilidades.

Sabemos que os pais, assumem diferentes papeis, principalmente atividades profissionais. Assim, crianças e adolescentes acabam ficando aos cuidados de parentes, vídeo games, TV e internet, ficando sem a supervisão de seus pais por muito tempo. Esta situação acaba deixando os filhos sem proteção, podendo contribuir para o fracasso escolar e sentimentos conflitantes pelo resto da vida.
Para superar essas dificuldades, família e escola devem se unir, criando estratégias que favoreçam o crescimento intelectual e comportamental dos alunos.

A família deve estar presente em todos os momentos da vida de seus filhos, presença essa que implica envolvimento, comprometimento e colaboração. Além disso, acompanhar o desempenho escolar de seus filhos, visando seu bem estar. 

Por Eliana                                           

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

ESTRESSE


O estresse é um efeito da vida moderna e pode causar danos à saúde física e mental. No entanto, temos que aprender as lidar com esse efeito, não permitindo que ele traga consequências graves ao corpo e á mente. Pois, ele é uma resposta do organismo frente a um perigo.
Dentre todos os fatores que aparecem nos seres humanos, os problemas conjugais e familiares, problemas financeiros, insegurança e noites mal dormidas são o que mais afetam o sistema nervoso, causando um tipo de reação devastador na mente e na vida diária.
O estresse diminui a qualidade de vida e a capacidade de reagir a uma determinada situação, seja ela boa ou ruim. Por isso precisa ser tratada com um especialista. Uma dieta saudável, também é essencial para o tratamento do estresse.
A saúde em geral e a resistência ao estresse podem melhorar com uma dieta rica em cereais integrais, vegetais e frutas. Porém, deve-se evitar o abuso do álcool, da cafeína e do cigarro.
O exercício físico também é uma ótima maneira de se distrair para evitar os conflitos estressantes. Já foi comprovado por especialistas que o estresse afeta menos a saúde de pessoas fisicamente ativas.
Devemos realizar atividades que proporcione prazer. Algumas sugestões como ginásticas aeróbicas, caminhadas, natação, relaxamento, através de música, entre outros, são excelentes para a descontração.
Algumas opções como:
  • Escutar música.
  • Passear na pracinha do bairro, no final da tarde.
  • Visitar amigos.
  • Ficar em casa, nos finais de semana, sem se preocupar com nada, pelo menos por duas horas.
  • Ler um bom livro e, ou revistas em quadrinhos.
  • Entre outros afazeres divertidos e tranquilos.
É importante encarar o dia a dia de uma maneira diferente. Manter o senso de humor durante as situações difíceis, é o ideal para o equilíbrio mental. O riso pode ajudar a aliviar a tensão, pois, tem um efeito físico que reduz os níveis do hormônio do estresse. Isso faz a mente trabalhar com naturalidade.

Eliana F. Santos

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Internet, um Bem ou um Mal?


O fenômeno da Internet é muito positivo, pois nos abre as portas da informação global, de uma forma que facilitam as pesquisas escolares, a comunicação instantânea entre amigos e conhecidos, entre tantas outras vantagens. No entanto, quando uma porta desta se abre, algumas coisas negativas podem entrar junto, causando danos desastrosos à família e à sociedade. Por isso é viável que tomemos alguns cuidados para impedir que a internet se transforme no “bicho papão”, principalmente, dos jovens e adolescentes.

Nem sempre é fácil distinguir entre aquilo que é, ou não, perigoso ou ilegal. Por isso, devemos acompanhar nossos filhos, ao “navegar” na internet.
Dos riscos que corremos, a pornografia é a mais conhecida. Mais grave ainda é a pornografia infantil , embora o acesso não seja tão fácil.
Não faltam também os sites que incentivam a violência. Por vezes o perigo pode vir de uma conversa aparentemente inocente, através de msn, chat, sites de relacionamentos, orkuts, etc e tal... isso acaba levando nossos jovens por caminhos perigosos e sem volta.

Por todas estas razões convém que crianças e adolescentes sejam orientados na sua “navegação” e que, na medida do possível, aprendam a lidar com as situações que encontram pela frente, formando opiniões sobre o assunto e denunciando, quando for preciso. Pois ao formar opiniões, debatendo e questionando o fato com os colegas, conseguem chegar a uma conclusão satisfatória para o posicionamento pessoal, não deixando margem para decisões contrárias. Assim, quando alguém do outro lado da tela, tentar aliciar nossas crianças e jovens, eles saberão renunciar e denunciar.

Infelizmente, a Internet, mal-usada, pode ser exatamente assim. Pesquisas mostram que qualquer pessoa, até uma criança, pode acessar textos, imagens e conversas absolutamente horríveis, sem pagar nada. Por causa disso, existem programas para facilitar os esforços dos pais a controlar o acesso dos filhos aos sites inapropriados, mas não há garantia que sempre conseguem identificar e bloquear as coisas erradas. Uma boa regra é de não deixar os filhos usar a Internet se não tiver um dos pais presente supervisionando. É importante salientar que a internet é vantojosa quando não prejudica o comportamento deles. Cabendo aos adultos ficar atentos e intervir quando necessário.
Alguns dos Perigos mais encontrados são:
  • Material impróprio - pornografia.
  • Incentivo à violência
  • violação da lei e da privaidade
  • Encontros “virtuais” com pessoas não recomendáveis
  • Drogas
O que devemos fazer nessa hora?
Em primeiro lugar recomenda-se aos pais que comecem por conversar abertamente com os seus filhos, alertando-os sobre o lado negativo da Internet e aconselhando-os a evitar os seus perigos. Orientar é sem duvida melhor que proibir.

Algumas Regras que os Pais devem aconselhar:

1 – não dê informações quanto a endereços, telefone, nome, foto.
2 – nunca abra e mails de quem não conhece, você poderá estar recebendo vírus.
3 – não converse com pessoas que são rudes, ignorantes ou desconhecidas.
4 – nunca marque encontros com amigos feitos on line, sem a presença de um adulto.
5 – peça ajuda aos pais ou professores quando perceber que existe algo errado ou estranho.
6 – diga sempre não a qualquer convite que parecer suspeito ou estranho.

Sugestões para o uso da Internet :
  • Supervisão diária dos pais.
  • Controle de tempo na rede.
  • Manter o computador num lugar aberto e acessível.


    Por Eliana F. Santos

quarta-feira, 13 de abril de 2011

RELACIONAMENTOS

Dentre as tantas inteligências emocionais que uma pessoa possui, os relacionamentos interpessoais são de maior destaque, pois é a forma como o indivíduo vive com o seu meio social, seja na família, na escola ou no trabalho. Por isso o relacionamento pessoal é um assunto que envolve comportamento, amizade, amor, compreensão e respeito.

A tendencia de cada um é tornar-se vítima de situações que acontecem diariamente, tanto na vida familiar quanto na vida social. Isso decorre do próprio ser humano. Por ser um indivíduo altamente sociável ele tem necessidade de comunicar-se, de interagir-se de maneira a conquistar seu próximo com habilidade e simpatia, gerando prazer e direcionamento da própria existência.
Porém, a interação entre pessoas deve acontecer numa relação de troca, onde as espectativas, responsabilidades e cooperação transformam-se em algo excepcional, principalmente, quando não há interesses individuais, a não ser a própria amizade. Diante dessa relação cooperativa, exige-se que as pessoas que são capazes dessa interação conjunta, sejam maduras e coerentes o suficiente para entenderem que nem sempre sua vontade prevalece. É necessário que essa busca seja satisfatória para ambas as partes, tendo o bom senso na maneira de agir com o outro.

Esse comprometimento implicará na abdicação voluntária do eu para melhor manutenção do nós. Essa abordagem é a melhor forma para o progresso da boa interação entre indivíduos, onde a troca de benefícios saudáveis para o bem-estar, resultará na boa vivencia e e na satisfação interpessoal.

Nesse encontro comunicativo com os outros, podemos descobrir quem somos, compreendendo as atitudes e os valores; isso significa viver em constante mudança.
A sociedade atual requer mais concentração no que se refere a uma vida satisfatória, no entanto, somos nós que devemos escolher o que queremos; pessoas querem ser melhores que outras e isso reflete na qualidade de vida.
É primordial o crescimento emocional em qualquer relacionamento, pois o estímulo mútuo é o que garante a amizade adequada para o sucesso do outro, sem que isto provoque inveja ao invés de satisfação.
Uma relação só se desenvolve quando a colaboração conjunta ajudam no alcance dos objetivos comuns entre ambos. Desse modo, teremos necessidade de mudar o jeito no tratamento entre pessoas, facilitando o processo de harmonia e compreensão e incentivando a boa interação.

Sabe-se que a modernidade muito contribui para a transformação das pessoas, acarretando esgotamento psicológico, físico e mental, por isso todo ser humano cometem erros e injustiças nos relacionamentos e acabam ficando frustrados, magoados e sensíveis. É importante ressaltar que o reconhecimento desses erros sustentam a base da vida familiar e social. Daí vem a necessidade do diálogo entre os componentes familiares, que é o momento da reflexão, onde podemos ver a família de forma ampla, como um sistema vivo, onde os componentes reagem e influenciam uns aos outros de forma a criar desequilíbrio emocional ou então ser alicerce para a solução dos problemas.

Os relacionamentos afetivos e amistosos alicerçam a estrutura do poder amigável, gerando alegrias, companheirismo e comprometimento. Porém, para manter um clima agradável e sem atritos, é necessário que as pessoas deixem de agir de forma individualizada e passem a interagir como uma família, promovendo relações amigáveis e fazendo com que cada um procure cooperar com o outro. Para isso no entanto, é preciso que cada um faça a sua parte, se todos não estiverem dispostos a contribuir, fica difícil manter um clima agradável e todos serão prejudicados, alguém precisa disponibilizar-se em harmonia, gerando um local compensador de convivência.

Diante de todas as situações de relacionamentos, alguns princípios essenciais para manter o bem-estar, fortalecem a boa vivencia: elogie sempre que possível, jamais critique; seja sincero e oportuno ao elogiar, sem parecer exagero; esqueça os defeitos e aponte as qualidades; evite ser simpático por interesse, exageros atrapalham a confiança; não julgue alguém sem refletir, seja justo em seus relacionamentos; nunca aproveite de alguém em benefício próprio, isso estraga qualquer amizade; mude sempre que houver necessidade; tenha coragem de reconhecer os próprios erros no tratamento entre pessoas, pois atitudes coerentes e sensatas mantem o equilíbrio emocional; faça com que seus atos sejam corretos, para o fortalecimento de relações saudáveis.

A escolha para uma boa vivencia depende do ponto de vista de cada pessoa, devemos ter o cuidado para não avançar a liberdade do outro que está ao nosso redor, não devemos invadir ou desrespeitar aquele que é parte de nós mesmos, buscar o diálogo dentro do meio familiar é essencial para a boa vivência e tranquilidade.
Existem vínculos afetivos e psicológicos que afetam a relação familiar, causando desiquilíbrio nos espaços da individualidade, isso acaba comprometendo o bom relacionamento entre as pessoas da família.
Relacionar-se em família é buscar o equilíbrio entre a ligação e a distância psicológica de todas as pessoas que fazem parte desse elo familiar. Esse equilíbrio torna-se saudável na medida em que o respeito e a autonomia sejam mantidas.
A família é um sistema constituído por etapas. Cada etapa de sua formação é um período específico que requer cuidados especiais: nascimento do filho, entrada do filho na escola e adolescência, saída dos filhos de casa para a universidade ou para constituir família, etapa da terceira idade e a morte. Quando cada etapa enfrentam problemas de relacionamentos pela falta de habilidades das pessoas , essas mudanças podem ser prejudiciais para o desenvolvimento sadio da vida familiar. Assim, várias consequências dessa falta de habilidades prejudicam essa boa vivência.

A depressão, transtornos de ajustamentos, queda no desempenho escolar, conflitos de gerações e desentendimentos conjugais dentre tantos outros problemas, provocam desarmonia e causam desequilíbrio entre a ligação e a diferenciação dos componentes familiares. Com isso é necessário a identificação das causas, para minimizar o efeito que esse fator pode gerar, assim como sensibilizar todos os envolvidos, para que eles não deixem que tal conflito prejudique o desenvolvimento das habilidades existenciais.
Essa família é uma rede de seres interligados, entrelaçados de modo que envolvem um conjunto de regras de convivência, para cada um que vive em uma casa existe um espaço que é dividido com todos os outros, na qual as regras de convivência e os acordos são muito importantes. Versam sobre relação afetiva, social, e espiritual; os pais devem ser justos, firmes, concordantes e coerentes na fixação dessas regras. Os filhos devem ser obedientes e determinados em seus direcionamentos.
Os fatores afetivos de um relacionamento saudável baseiam-se no respeito, no amor, no carinho e na compreensão. Os aspectos comportamentais incluem a colaboração, a dedicação e o companheirismo. Já os fatores cognitivos baseiam-se no diálogo, na comunicação direta e clara, na informação sincera , buscando entender o outro antes de emitir opiniões.

Os pais devem conversarem entre si sobre o funcionamento da própria família, assim como se planejam reuniões de trabalho, não devendo culpar seus filhos por tudo e sim enfrentar os problemas de relacionamentos de forma ampla. Devendo buscar acordos, impondo regras de convivência e companheirismo, visando o bom direcionamento e o bem-estar familiar.
Os filhos devem compreender as imposições feitas por seus pais e quando não estiverem satisfeitos, devem conversarem para encontrarem juntos o entendimento cabível, com sensatez e coerência.

A relação entre pais e filhos é uma questão de serenidade e respeito que se define no momento em que a imposição justa das regras são aceitas por ambas as partes. Através do diálogo pode-se buscar o desenvolvimento da autonomia sem regras.
O aprendizado da cooperação e a aceitação de companheirismo implicam partilharem responsabilidades. Sendo assim, os filhos tendem a respeitarem normas e regras sem criarem conflitos. Precisam entenderem que os pais querem apenas adequá-los ao meio social com um bom direcionamento.
Esse não é um processo simples, trata-se de uma aceitação conjunta, um fazer na cumplicidade entre o acatar e o realizar, orientado por um desejo de superação dos problemas e da transformação de condutas. O resultado desse processo dependem de ambas as partes, pais e filhos devem serem amigos para as mudanças acontecerem naturalmente. Com isso o esgotamento das capacidades psicológicas não ultrapassam seus limites, permitindo um total autocontrole.

Esses procedimentos geram atitudes coerentes para o desenvolvimento de posturas e de valores humanos. Quando se falam, por exemplo, em dignidade, em sentimento, em amor, em ódio, em conhecimento, em intelectualidade, em desejo, em indiferença, está se falando em valores do ser humano, que constituem um patrimônio subjetivo, visualizado apenas nas manifestações que cada pessoa, em determinados momentos, deixam livremente exalar de seu corpo, de seu espírito, de sua alma, mostrando-se como verdadeiramente é, desejando transparecerem para toda a sociedade.

Quando falamos em ser humano, em individualidade e em sociedade, estamos falando também em liberdade, igualdade, fraternidade e logicamente, qualidade de vida. Esses fatores em conjunto, formam um elo coerente e eficaz, para todas as pessoas comprometidas com os valores humanos e com a organização da vida social e coletiva do homem.
No entanto, é necessário que se observe, na evolução da espécie humana, não apenas a evolução objetiva da sociedade, mas, principalmente, o que o ser humano tem de essência, tornando-o a razão de sua existência , principalmente em seu espaço familiar.

Esse ambiente familiar contribui para o processo educativo e formativo dos seus integrantes. Assim, a educação nas famílias é percebida como algo natural. Porém, esse processo não se apresenta de forma sistematizada , ele gera conflitos e debates, permitindo que o indivíduo busque vários caminhos. Nesse momento, todo cuidado é pouco, os obstáculos enfrentados são delicados e exigem reflexão. A forma adequada para derrubar certos conflitos são apenas o diálogo e a sensatez, esse esforço garante a tranquilidade.
A educação familiar constitui-se em processos sociais, históricos e culturais, presentes no cotidiano de vivências e na transmissão de saberes, valores, hábitos, normas e padrões de convivência.

O grupos familiares devem estar inserido como participantes desse processo educativo, onde o desenvolvimento humano e comunitário precisam estarem presentes na escola, na família, no bairro, nas políticas públicas, nos diversos contextos e instituições sociais.
As circunstâncias que motivam a interação humana são variadas, porém, é sempre estabelecida uma relação de troca. Isso apenas acontece em relações onde não há coerência, onde há desigualdades .

Há uma palavra que determina o sucesso de qualquer relacionamento: respeito.
Em uma relação respeitosa, onde o diálogo prevalece, todos saem satisfeitos. Porém exigem pessoas maduras o suficiente para entenderem que nem sempre será feita apenas sua própria vontade, tendo que haver a busca pelo consenso.

Esse contexto serve para todos os tipos de relacionamentos, pois se no relacionamento comercial há a troca de bens, nos amorosos e amistosos há a troca de afeto, que também precisam serem bem direcionadas e respeitadas. Caso contrário, a relação não será positiva, de modo que irá de fato tornar-se uma relação cheia de conflitos e desgastante.
A interação entre pessoas é sempre delicada, porém a abordagem correta do diálogo, pode ser o ponto determinante do tipo de relação que será estabelecida. È comum nos dias de hoje encontrarem pessoas que ultrapassem os limites de seu parceiro, ao invés de trabalharem em conjunto.

É proveitoso que haja o crescimento emocional dentro do relacionamento, o amadurecimento e o estímulo mútuo são essenciais para o bem-estar de todos.


Por Eliana f. Santos